Trago-te orvalho fresco entre os dedos
para te saciar em ternura e sonho,
para desvendar os teus segredos
onde a lua se esconde ao amanhecer...
És lírio, homem, príncipe encantado,
dormes nos perfumes que em ti derrramo
e no teu castelo imaginado
olhas o mundo a que nao pertences...
Abraça as andorinhas que se acolhem
nos teus aposentos reais,
faz tuas asas crescer como cresce teu carinho
e se estende além do ninho
onde todos podemos brindar
bebendo o cálice da tua amizade...
Sereia
É meu destino... não sei viver sem Amor
Love of my Life
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Esconde-me.
Esconde-me nos segredos das minhas palavras.
Acolhe-me nos versos pobres que componho,
no único lugar seguro onde eu sonho,
onde acredito ser verdadeiramente real.
Meus sentimentos em letras convertidos,
pudera fossem um dia lidos, talvez não.
São meus, tesouro inválido provavelmente
para quem realmente não sente
as coisas que apenas existem em mim.
Esconde-me.
Apenas estende as asas de anjo e guarda,
do meu refúgio, a entrada,
para que eu seja finalmente feliz
dentro do poema que eu mesma fiz.
Esconde-me nas minhas palavras,
não as leias!
São segredos!
São a minha alma.
Sereia
domingo, 27 de janeiro de 2008
Desejo inconformado...
Eu queria ser parte de ti.
Queria estar dentro de ti,
sentir por ti, chorar por ti.
Ser o encontro dos teus pensamentos,
a confiança do teu coração.
Queria perder-me no teu sono, e acordar no teu infinito.
Poder te amparar com um olhar e dar-te a solução que procuras.
Entrar nos teus sonhos e transportá-los para a realidade.
Eu queria ser mais que amor...
Eu queria ser o teu próprio coração!
Queria me entristecer por ti para nunca te ver sofrer.
Queria tirar-te do mundo e colocar-te na vida
para caminhar ao meu lado, para a longa permanência da existência.
Queria ser para ti o homem que procuras,
pois para mim, tu és a mulher que sempre desejei ter a meu lado!
Sereia
Queria estar dentro de ti,
sentir por ti, chorar por ti.
Ser o encontro dos teus pensamentos,
a confiança do teu coração.
Queria perder-me no teu sono, e acordar no teu infinito.
Poder te amparar com um olhar e dar-te a solução que procuras.
Entrar nos teus sonhos e transportá-los para a realidade.
Eu queria ser mais que amor...
Eu queria ser o teu próprio coração!
Queria me entristecer por ti para nunca te ver sofrer.
Queria tirar-te do mundo e colocar-te na vida
para caminhar ao meu lado, para a longa permanência da existência.
Queria ser para ti o homem que procuras,
pois para mim, tu és a mulher que sempre desejei ter a meu lado!
Sereia
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Seria...
Seria estrela
se pudesse transformar-me.
E ficaria triste por apenas brilhar na noite.
Seria água
se me permitissem diluir.
e acabaria triste por ser tão maltratada.
Seria vento
e dançaria todo o tempo livremente.
mas quando destruísse algo iria chorar.
Seria ilusão
se conseguisse ser mulher perfeita.
mas logo me abandonariam por ser irreal.
Seria infeliz
se não fosse assim, imperfeita,
e não tivesse motivos para crescer.
Sereia
se pudesse transformar-me.
E ficaria triste por apenas brilhar na noite.
Seria água
se me permitissem diluir.
e acabaria triste por ser tão maltratada.
Seria vento
e dançaria todo o tempo livremente.
mas quando destruísse algo iria chorar.
Seria ilusão
se conseguisse ser mulher perfeita.
mas logo me abandonariam por ser irreal.
Seria infeliz
se não fosse assim, imperfeita,
e não tivesse motivos para crescer.
Sereia
Momento...
Deita-te.
Fecha os olhos, respira fundo...
Agora respira mais suave, tranquilo...
Deixa cair os braços sobre os lençóis de cetim.
Não me vês.
Surjo de um recanto escondido
de onde te falo, sussurrando...
Escuta cada palavra, cada verbo,
cada respirar...
A cama sente minha chegada.
Apenas te toco com os dedos, suavemente...
Até ter percorrido todos os teus tecidos...
O tempo passa.
Contem-te apenas,
perto de um estado sonolento.
Agora, semi-quente, a água cresce-me na boca.
Teu umbigo, o meu cálice...
Teu corpo, um manjar que apela, provo-o.
Sinto em minha língua cada impulso nervoso,
cada acção muscular, cada...
Agora, num movimento lento e sem esforço,
roda sobre teu corpo.
Em tuas costas sou teu manto,
meu calor, teu incêndio...
E quando te segredar, não fales, respira apenas!
Engole meus adjectivos, minhas fantasias...
Dá-me as mãos.
Entrelaça os teus nos meus dedos...
Não apertes, sente apenas...
Eles deslizam entre si,
conhecem-se.
Permitem-se explorar outros membros, um a um...
Então move-te, lentamente, levado pelo sonho.
Olha-me.
Nesse encontro estremeço.
Acordamos do silêncio.
Os suspiros contidos agora soltam-se.
Os vocábulos interrompidos pelos gemidos.
A lava ainda contida perturba e inquieta.
E rolamos.
E nos fundimos.
Queremos mais... mais... mais...
Muito mais.
Sem pressa.
Fogo e água.
Desejo e beijo.
De repente, o destino.
A incontenção.
O insuportável.
Erupção.
A explosão.
Hum....
Respira fundo...
E de novo...
Mais um momento...
sem repetir.
Apenas mais...
Até...
Que se cumpra...
Eu em ti!
Sereia
Fecha os olhos, respira fundo...
Agora respira mais suave, tranquilo...
Deixa cair os braços sobre os lençóis de cetim.
Não me vês.
Surjo de um recanto escondido
de onde te falo, sussurrando...
Escuta cada palavra, cada verbo,
cada respirar...
A cama sente minha chegada.
Apenas te toco com os dedos, suavemente...
Até ter percorrido todos os teus tecidos...
O tempo passa.
Contem-te apenas,
perto de um estado sonolento.
Agora, semi-quente, a água cresce-me na boca.
Teu umbigo, o meu cálice...
Teu corpo, um manjar que apela, provo-o.
Sinto em minha língua cada impulso nervoso,
cada acção muscular, cada...
Agora, num movimento lento e sem esforço,
roda sobre teu corpo.
Em tuas costas sou teu manto,
meu calor, teu incêndio...
E quando te segredar, não fales, respira apenas!
Engole meus adjectivos, minhas fantasias...
Dá-me as mãos.
Entrelaça os teus nos meus dedos...
Não apertes, sente apenas...
Eles deslizam entre si,
conhecem-se.
Permitem-se explorar outros membros, um a um...
Então move-te, lentamente, levado pelo sonho.
Olha-me.
Nesse encontro estremeço.
Acordamos do silêncio.
Os suspiros contidos agora soltam-se.
Os vocábulos interrompidos pelos gemidos.
A lava ainda contida perturba e inquieta.
E rolamos.
E nos fundimos.
Queremos mais... mais... mais...
Muito mais.
Sem pressa.
Fogo e água.
Desejo e beijo.
De repente, o destino.
A incontenção.
O insuportável.
Erupção.
A explosão.
Hum....
Respira fundo...
E de novo...
Mais um momento...
sem repetir.
Apenas mais...
Até...
Que se cumpra...
Eu em ti!
Sereia
A cor do olhar...
Cheguei...
Aqui no cume, de onde avisto o mar,
passa em minha pele
aquele sopro fresco entre mim e o sol.
No oceano,
um misto de tons suaves,
um arco-iris de água, de fogo e vapor.
Enquanto os cabelos dançam e me abraço, arrepiada,
apenas contemplo, deliciada,
aquele breve momento, calada...
Apenas me deslumbro entre o mar e a lagoa,
desde a montanha ao vale encantado,
na ponte entre o paraíso real e o imaginado.
De um lado o mar deitado, dançante,
do outro, as lagoas abraçadas,
que contam a história deslumbrante...
Um simples e humilde pastor daquelas encostas,
uma donzela refinada e perfumada,
num único olhar, o amor desabrochara...
Apartados cruelmente por correntes de nada,
erguida a barreira, o impossível, a dor amargava...
Então, rendidos ao destino, pela última vez,
deram as mãos no meio daquele vale vazio,
e choraram todas as lágrimas que a vida lhes daria.
Ele, com seus olhos azuis, fixo nos verdes dela,
vertiam toda a dor ali,
todos os medos,
a perca,
o sofrimento,
o lamento...
E a seus pés se formaram,
abraçadas,
a lindas lagoas que contaram,
através das gerações,
as lágrimas de seus corações!
No ventre daquela montanha
está contido todo o amor
que ainda hoje está a chorar
em verde e azul,
a cor do olhar...
Sereia
Aqui no cume, de onde avisto o mar,
passa em minha pele
aquele sopro fresco entre mim e o sol.
No oceano,
um misto de tons suaves,
um arco-iris de água, de fogo e vapor.
Enquanto os cabelos dançam e me abraço, arrepiada,
apenas contemplo, deliciada,
aquele breve momento, calada...
Apenas me deslumbro entre o mar e a lagoa,
desde a montanha ao vale encantado,
na ponte entre o paraíso real e o imaginado.
De um lado o mar deitado, dançante,
do outro, as lagoas abraçadas,
que contam a história deslumbrante...
Um simples e humilde pastor daquelas encostas,
uma donzela refinada e perfumada,
num único olhar, o amor desabrochara...
Apartados cruelmente por correntes de nada,
erguida a barreira, o impossível, a dor amargava...
Então, rendidos ao destino, pela última vez,
deram as mãos no meio daquele vale vazio,
e choraram todas as lágrimas que a vida lhes daria.
Ele, com seus olhos azuis, fixo nos verdes dela,
vertiam toda a dor ali,
todos os medos,
a perca,
o sofrimento,
o lamento...
E a seus pés se formaram,
abraçadas,
a lindas lagoas que contaram,
através das gerações,
as lágrimas de seus corações!
No ventre daquela montanha
está contido todo o amor
que ainda hoje está a chorar
em verde e azul,
a cor do olhar...
Sereia
Um Sonho Assim...
Era uma vez uma menina que sonhava sentada nos degraus.
Todos os dias ela esperava a despedida do sol e cumprimentava a lua.
Quando já o céu estava brilhante e os grilos cantavam ao ritmo das rãs, a menina soltava um sorriso porque seus olhos viam naquela bola branca gigantesca um principe...
Ele era simples e sem beleza, apenas em seus dedos as cordas tilintavam notas deliciosas que caíam nos braços dela...
Lá de cima, sentado na beira da lua, olhando a menina que é mulher, ele viu um brilho único de uma lágrima de cristal que corria do seu rosto meigo...
Parou de tocar por momentos e desceu com um rolo nas mãos.
Chegando perto dela o príncipe reparou que aquele brilho era uma lágrima de emoção, de felicidade!
Então ele a presenteou!
Ela abriu o rolo precioso e nele seus olhos se espalharam com tanta magia.
Ali estava um rio de versos,
de rimas,
de ritmos,
adjectivos,
hipérboles,
comparações,
ilustrações...
rios que desaguavam num oceano de emoções!
Se aquela lágrima brilhara tanto que o príncipe a alcançara lá da Lua, então agora se formara um rio cristalino que lhe banhava os pés!
Ela apenas lhe pediu que quando se fosse, lhe deixasse aquele rolo, tencionando fazer dele sua relíquia mais preciosa.
E assim foi!
Por poucos momentos ele ali esteve, junto a ela, sem a tocar, apenas se olharam.
Depois subiu de novo para a beira da lua pois teria que ir com ela quando o sol chegasse.
E antes da lua adormecer, ele tocou de novo a melodia daquele olhar...
Desde esse dia a menina olha a mesma lua e continua a ver a silhueta que a observa e que continua lançando ao seu colo as notas dedilhadas no seu mágico violão para que ela cante as palavras que ele lhe deixou naquele rolo de herança..
Sereia
EROS_DREAMER:Leio-te de um fôlego quase sem respirar e penso que há situações tão idênticas ou são apenas a imaginação a funcionar.Mas acho que não... Ficamos sempre à espera que apareça ou uma estrela ou qualquer outra coisa que nos diga que ainda é possível ver-TE e depois dói a cabeça de tanto pensar amar e ainda o frio que nos tolhe os dedos e a escrita sai assim de rompante,e um dia ela vêm....sim, um dia vêm e nós seremos enfim felizes por inteiro e não pela metade um dia........ Erosdreamer
não é só a imaginação a funcionar... aqui apenas desabafo de uma forma um tanto fantástica algo que aconteceu já em mim... e que me deixa saudades e recordações impossíveis de apagar... lindas demais... de um grande amor... um dia sim.... Sky
Todos os dias ela esperava a despedida do sol e cumprimentava a lua.
Quando já o céu estava brilhante e os grilos cantavam ao ritmo das rãs, a menina soltava um sorriso porque seus olhos viam naquela bola branca gigantesca um principe...
Ele era simples e sem beleza, apenas em seus dedos as cordas tilintavam notas deliciosas que caíam nos braços dela...
Lá de cima, sentado na beira da lua, olhando a menina que é mulher, ele viu um brilho único de uma lágrima de cristal que corria do seu rosto meigo...
Parou de tocar por momentos e desceu com um rolo nas mãos.
Chegando perto dela o príncipe reparou que aquele brilho era uma lágrima de emoção, de felicidade!
Então ele a presenteou!
Ela abriu o rolo precioso e nele seus olhos se espalharam com tanta magia.
Ali estava um rio de versos,
de rimas,
de ritmos,
adjectivos,
hipérboles,
comparações,
ilustrações...
rios que desaguavam num oceano de emoções!
Se aquela lágrima brilhara tanto que o príncipe a alcançara lá da Lua, então agora se formara um rio cristalino que lhe banhava os pés!
Ela apenas lhe pediu que quando se fosse, lhe deixasse aquele rolo, tencionando fazer dele sua relíquia mais preciosa.
E assim foi!
Por poucos momentos ele ali esteve, junto a ela, sem a tocar, apenas se olharam.
Depois subiu de novo para a beira da lua pois teria que ir com ela quando o sol chegasse.
E antes da lua adormecer, ele tocou de novo a melodia daquele olhar...
Desde esse dia a menina olha a mesma lua e continua a ver a silhueta que a observa e que continua lançando ao seu colo as notas dedilhadas no seu mágico violão para que ela cante as palavras que ele lhe deixou naquele rolo de herança..
Sereia
EROS_DREAMER:Leio-te de um fôlego quase sem respirar e penso que há situações tão idênticas ou são apenas a imaginação a funcionar.Mas acho que não... Ficamos sempre à espera que apareça ou uma estrela ou qualquer outra coisa que nos diga que ainda é possível ver-TE e depois dói a cabeça de tanto pensar amar e ainda o frio que nos tolhe os dedos e a escrita sai assim de rompante,e um dia ela vêm....sim, um dia vêm e nós seremos enfim felizes por inteiro e não pela metade um dia........ Erosdreamer
não é só a imaginação a funcionar... aqui apenas desabafo de uma forma um tanto fantástica algo que aconteceu já em mim... e que me deixa saudades e recordações impossíveis de apagar... lindas demais... de um grande amor... um dia sim.... Sky
Sombras minhas...
Correram-se as cortinas da noite
e entre os poucos buracos de renda
trespassa o brilho de agumas estrelas...
A lua esconde-se para não me olhar
porque me vesti de vazio.
Estendo os olhos ao mar
e procuro roubar-lhe um pouco de brilho,
mas parece se apagar em mim...
Não entendo,
procuro não querer alcançar,
não justifico estar assim...
O dia lindo passou em minhas mãos
perfumado de sorriso e flores,
prometeu-me que o sol não me esquece
e regressa logo que amanhece...
Vou esperar essa madrugada colorida
para que espante as minhas sombras,
e nesses vultos se dissipe a escuridão...
com ela a tristeza e a solidão...
05-01-2008
Sereia
EROS_DREAMER:Que amores procuraste no passado? Em rostos outros, que não o meu? Em que almas me procurastes? Nos corpos atraentes, sedutores e sensuais. Que não era o meu? Segue... Continua tua procura incessante. Insana, ávida do brilho da felicidade. Procurando-me em almas errantes, fugindo de mim, fechas os olhos, negando tua verdade. Esqueces que foi na grandeza de uma emoção intensa, que encontrastes em minh'alma tua morada. Foi por um curto tempo, de nossa vida imensa, porem hoje, voltas ao caminho na tua busca do nada. Caminha...Tenta Segue nesta caminhada certa. Quem sabe deixes essa tristeza pra traz,essa solidão que te atormenta, e Deus te convença que sou eu... Teu encontro! Tua chegada! ErosDreamer
Nas noites que fiquei a olhar o escuro, pensava nas palavras que te diria se te visse... decorava as palavras que te iria cantar e como seria o beijo do primeiro olhar... Perguntava à lua se lhe tinhas falado de mim ela só me escutava... e uma vez contou-me! Contou que tu estavas a olhar a planície e a montanha e que com teus pensamentos construías uma cabana onde tudo em volta fosse um extenso relvado onde eu e tu, namorávamos à beira dum lago... Eu sorri! Acreditei porque ela falara o que eu queria ouvir, apenas! Tomei-o como verdade e imaginei que nesse momento uma estrela ia cair eu lhe pediria para trazer teu sorrir e tu virias voando num poema que se despenhava em meus braços! Foi assim que te encontrei! Sky
e entre os poucos buracos de renda
trespassa o brilho de agumas estrelas...
A lua esconde-se para não me olhar
porque me vesti de vazio.
Estendo os olhos ao mar
e procuro roubar-lhe um pouco de brilho,
mas parece se apagar em mim...
Não entendo,
procuro não querer alcançar,
não justifico estar assim...
O dia lindo passou em minhas mãos
perfumado de sorriso e flores,
prometeu-me que o sol não me esquece
e regressa logo que amanhece...
Vou esperar essa madrugada colorida
para que espante as minhas sombras,
e nesses vultos se dissipe a escuridão...
com ela a tristeza e a solidão...
05-01-2008
Sereia
EROS_DREAMER:Que amores procuraste no passado? Em rostos outros, que não o meu? Em que almas me procurastes? Nos corpos atraentes, sedutores e sensuais. Que não era o meu? Segue... Continua tua procura incessante. Insana, ávida do brilho da felicidade. Procurando-me em almas errantes, fugindo de mim, fechas os olhos, negando tua verdade. Esqueces que foi na grandeza de uma emoção intensa, que encontrastes em minh'alma tua morada. Foi por um curto tempo, de nossa vida imensa, porem hoje, voltas ao caminho na tua busca do nada. Caminha...Tenta Segue nesta caminhada certa. Quem sabe deixes essa tristeza pra traz,essa solidão que te atormenta, e Deus te convença que sou eu... Teu encontro! Tua chegada! ErosDreamer
Nas noites que fiquei a olhar o escuro, pensava nas palavras que te diria se te visse... decorava as palavras que te iria cantar e como seria o beijo do primeiro olhar... Perguntava à lua se lhe tinhas falado de mim ela só me escutava... e uma vez contou-me! Contou que tu estavas a olhar a planície e a montanha e que com teus pensamentos construías uma cabana onde tudo em volta fosse um extenso relvado onde eu e tu, namorávamos à beira dum lago... Eu sorri! Acreditei porque ela falara o que eu queria ouvir, apenas! Tomei-o como verdade e imaginei que nesse momento uma estrela ia cair eu lhe pediria para trazer teu sorrir e tu virias voando num poema que se despenhava em meus braços! Foi assim que te encontrei! Sky
Cheguei...
Cheguei ao ano Novo, entrei pelas suas portas e encontrei-o vazio... Sou eu que tenho que preenche-lo, eu sei... Por vezes a coragem retira-se como aconteceu nos primeiros momentos... Recuei perante o que desejava cumprir... Do outro lado, que eu não vejo, chegou o beijo que eu não sei decifrar... As pessoas que olhei, os cumprimentos que dei, as pessoas que me sorriram com carinho, as que fingiram, em desalinho, pois descodifiquei a sua hipocrisia.... E assim os minutos se iam... sem ser contados, sem serem registados com autentica alegria. Cheguei como uma estranha, e no desconhecido lembrei que cada carinho que dei não foi em vão... Que devo prosseguir amando quem me permitir, chorando a partilha das angústias para nas alegrias ter com quem sorrir! Venham os dias... o primeiro foi para ambientar! A rotina já sugeria saudade... E assim chega de novo o dia-a-dia que tanto nos cansa e absorve, mas da-nos a sabedoria de decidir omo a montanha se sobe... A montanha dos projectos, do futuro desconhecido, das emoções, dos perigos, dos medos... E vou, de mãos dadas com quem me acompanhar pois serei presença, serei esperança, serei eu, transparente e sincera...
02-01-2007
Sereia
Um dia Capuchinho Vermelho resolveu aparecer de manhã bem cedo num belo amanhecer. Na estrada seguia com passos gloriosos,e em sua cestinha levava seus sonhos maravilhosos. Seus olhos irradiavam uma pura alegria. Era doce sua voz, seu som alguém seguia sua avó ela pensava iria ver,sem sequer desconfiar o que lhe ia acontecer. Um lobo ela viu na natureza e logo hipnotizada ficou com a sua beleza. A sua alma esboçou um sorriso, e naquele momento sentiu que tudo era uma certeza. Com sua voz doce,depressa o convidou a ir com ela de mãos dadas as estrelas conhecer. Repousar na lua, ver o sol nascer.... Foi ai que se deu conta..... Os sonhos que transportava na cesta estavam acontecer..... ErosDreamer
02-01-2007
Sereia
Um dia Capuchinho Vermelho resolveu aparecer de manhã bem cedo num belo amanhecer. Na estrada seguia com passos gloriosos,e em sua cestinha levava seus sonhos maravilhosos. Seus olhos irradiavam uma pura alegria. Era doce sua voz, seu som alguém seguia sua avó ela pensava iria ver,sem sequer desconfiar o que lhe ia acontecer. Um lobo ela viu na natureza e logo hipnotizada ficou com a sua beleza. A sua alma esboçou um sorriso, e naquele momento sentiu que tudo era uma certeza. Com sua voz doce,depressa o convidou a ir com ela de mãos dadas as estrelas conhecer. Repousar na lua, ver o sol nascer.... Foi ai que se deu conta..... Os sonhos que transportava na cesta estavam acontecer..... ErosDreamer
Sensação estranha...
estamos a horas do fim... o fim de alguma coisa que implica o inicio de outra igual... é uma sensação estranha a que sinto... sinto pressa de resolver alguma coisa, sinto pressa de tomar decisões, sinto vontade de selar algo importante, sinto desejo de amar como se fosse a última oportunidade. Sinto que o tempo foge, esquecendo que outro vem... Quero escrever a melhor frase do ano, mas sinto-me incapaz. Tento procurar um momento recente que me sele o ano num desfecho perfeito. Acho que encontrei! Mas não tenho a certeza... Sinto que tudo é incerto, gradual, progressivo... Preciso de um momento único... Uma declaração de amor jamais ouvida. Um ramo de flores como nunca recebi. Uma revelação surpreendente. Uma descoberta fantástica... Não sei o que sinto mesmo... É estranho o que sinto... Sinto vontade de escrever mas estou sem tempo... Tenho que correr... tenho tanto para fazer... Mas tive que vir aqui escrever... E vim ler para me alimentar desses verbos que me dão sonhos... Só sei que quero passar o ano como se vivesse um sonho... Feliz Ano Novo!
31-12-2007
Sereia
31-12-2007
Sereia
Maresia...
Sinto no peito uma brisa suave com sabor a maresia...
Acordei na madrugada do mar,
na clave das ondas que gemia...
E eu, plantada no areal,
de pés molhados,
olhava as nuvens passar,
os pássaros voar,
os rochedos espumados...
Nas páginas onduladas de azul
eu li uma história doce de saudade,
saudade de ti,
do teu poema,
da tua voz,
da lágrima que eu bebi nos teus olhos...
E sorri, sem dor desta vez,
no balanço dos dias que se foram,
achei-te como um diamante,
que foi, por momentos, amante,
que foi amor,
que é saudade,
que está no meu coração onde ainda um fogo arde...
Amanhã será a despedida de um ano
mas não quero nada novo...
quero levar o que é precioso,
que guardo no peito,
como um colar as pérolas que a vida me deu,
essas eu quero levar para o ano que aí vem...
Nele apenas acrescento a esperança,
a alegria, a vontade de olhar o mesmo azul
e no seu perfume encantado
tornar a lembrar com saudade
quem me deu um pouco de felicidade...
30-12-2007
Sereia
Acordei na madrugada do mar,
na clave das ondas que gemia...
E eu, plantada no areal,
de pés molhados,
olhava as nuvens passar,
os pássaros voar,
os rochedos espumados...
Nas páginas onduladas de azul
eu li uma história doce de saudade,
saudade de ti,
do teu poema,
da tua voz,
da lágrima que eu bebi nos teus olhos...
E sorri, sem dor desta vez,
no balanço dos dias que se foram,
achei-te como um diamante,
que foi, por momentos, amante,
que foi amor,
que é saudade,
que está no meu coração onde ainda um fogo arde...
Amanhã será a despedida de um ano
mas não quero nada novo...
quero levar o que é precioso,
que guardo no peito,
como um colar as pérolas que a vida me deu,
essas eu quero levar para o ano que aí vem...
Nele apenas acrescento a esperança,
a alegria, a vontade de olhar o mesmo azul
e no seu perfume encantado
tornar a lembrar com saudade
quem me deu um pouco de felicidade...
30-12-2007
Sereia
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Porquê assim?
Não sei explicar, `
perco-me assim...
meus sonhos crescem,
avolumam-se
e passo a estar dentro de mim!
Aqui me refugio das desilusões
mas construo um castelo frágil de emoções
que se desmoronam quando olho o amanhecer...
Toco o espaço que vejo vazio, e confirmo que não estás...
Nesses cacos dos meus sonhos eu choro por nada...
porque construí o irreal, e eu imploro...
Quero que venhas e me digas, simplesmente,
que és parte deste sonho, que és real,
e me abraces como prenda de Natal...
Como uma linda bola de sabão que flutua
minha fantasia suspensa,
ganha cores
vai em busca de meus amores
e apenas traz-me uma recordação tua...
Toco-a com meus lábios quentes
e ela se desfaz sem que eu a prove,
para que não sinta o amargo ausente...
Porquê assim?
Porque não posso ter-te em meu peito por inteiro?
Porque não consigo arrancar-te de uma vez?
Porque os cacos continuam no chão que pisaste,
e o teu perfume ainda me é perceptível?
Neste meu mundo tão incrível
estou imune ao teu silêncio,
aki tu estás e não escondes teu sentir,
entregas-te a mim a sorrir
confiante que em mim
estão as delícias para o teu coração...
Sereia
perco-me assim...
meus sonhos crescem,
avolumam-se
e passo a estar dentro de mim!
Aqui me refugio das desilusões
mas construo um castelo frágil de emoções
que se desmoronam quando olho o amanhecer...
Toco o espaço que vejo vazio, e confirmo que não estás...
Nesses cacos dos meus sonhos eu choro por nada...
porque construí o irreal, e eu imploro...
Quero que venhas e me digas, simplesmente,
que és parte deste sonho, que és real,
e me abraces como prenda de Natal...
Como uma linda bola de sabão que flutua
minha fantasia suspensa,
ganha cores
vai em busca de meus amores
e apenas traz-me uma recordação tua...
Toco-a com meus lábios quentes
e ela se desfaz sem que eu a prove,
para que não sinta o amargo ausente...
Porquê assim?
Porque não posso ter-te em meu peito por inteiro?
Porque não consigo arrancar-te de uma vez?
Porque os cacos continuam no chão que pisaste,
e o teu perfume ainda me é perceptível?
Neste meu mundo tão incrível
estou imune ao teu silêncio,
aki tu estás e não escondes teu sentir,
entregas-te a mim a sorrir
confiante que em mim
estão as delícias para o teu coração...
Sereia
Tempo...
Não sei quantas vezes o tempo me perturbou...
trago-o comigo desde que nasci!
Deixa-me ansiosa quando tarda em desfilar,
e foge de mim quando o tento eternizar!
Quem me traz o tempo parado em que as horas dormem?
Quando estou deliciada em teus braços quentes,
entre os beijos doces e longos, ardentes.
Quando as palavras que te segredo são mel
e o teu suspiro, minha canção...
Quem me guarda um momento
eterno no tempo
para que meus sonhos encarnem,
e minhas ilusões se transformem em tuas...
Quando minhas vontades por ti são nuas
e te entrego meu querer incondicionalmente...
Quero momentos, sem tempo, apenas quero-os em ti...
Sereia
trago-o comigo desde que nasci!
Deixa-me ansiosa quando tarda em desfilar,
e foge de mim quando o tento eternizar!
Quem me traz o tempo parado em que as horas dormem?
Quando estou deliciada em teus braços quentes,
entre os beijos doces e longos, ardentes.
Quando as palavras que te segredo são mel
e o teu suspiro, minha canção...
Quem me guarda um momento
eterno no tempo
para que meus sonhos encarnem,
e minhas ilusões se transformem em tuas...
Quando minhas vontades por ti são nuas
e te entrego meu querer incondicionalmente...
Quero momentos, sem tempo, apenas quero-os em ti...
Sereia
Da-me
Vem em meus braços
e enrosca-te em mim
busca meu consolo,
meu carinho,
meu amor...
traz tuas vontades atracadas ao teu cansaço
e deixa-me acariciar teu rosto com meu calor...
Volta sempre, sem hesitar.
Não temas o que para trás ficou...
Se ao longe te perco no olhar,
ficam os sonhos,
as estrelas a contar em poemas,
tuas declarações, e as minhas ilusões...
Enquanto nossos suspiros se soltavam
choviam as lágrimas da distância
e a magia construída se desmoronava
deixando apenas, límpida, a ânsia
da concretização de amor adiada...
mas hoje tenho saudades e não estás como eu quero,
estás, no entanto, perto, sem saber...
E nesse achego eu me perco
e volto a sonhar com o sonho que já foi meu
porque meu coração está aberto
e espera ser visitado pelo teu...
Sereia
e enrosca-te em mim
busca meu consolo,
meu carinho,
meu amor...
traz tuas vontades atracadas ao teu cansaço
e deixa-me acariciar teu rosto com meu calor...
Volta sempre, sem hesitar.
Não temas o que para trás ficou...
Se ao longe te perco no olhar,
ficam os sonhos,
as estrelas a contar em poemas,
tuas declarações, e as minhas ilusões...
Enquanto nossos suspiros se soltavam
choviam as lágrimas da distância
e a magia construída se desmoronava
deixando apenas, límpida, a ânsia
da concretização de amor adiada...
mas hoje tenho saudades e não estás como eu quero,
estás, no entanto, perto, sem saber...
E nesse achego eu me perco
e volto a sonhar com o sonho que já foi meu
porque meu coração está aberto
e espera ser visitado pelo teu...
Sereia
Sonhando-te
Olho-te eternamente nos meus sonhos...
Deixo que me invadam incertezas
apenas em troca da beleza de te sonhar...
E meus lábios se humedecem,
se tocam solitários procurando
como será teu beijo me inundando...
Vens sem saber que te chamei,
apenas sentiste vontade e não sabes bem de quê...
Vejo tuas pegadas em meu areal molhado,
são pés de um sonhador cansado,
que se acomodou à sua solidão...
Eu velo teu sono, tua insónia, tua lágrima...
Desvendo uma saudade ofuscada,
as canções que escutas à janela
olhando a lua que é minha também, encantada,
e nas estrelas vês o sorriso que te dou...
Quase me ouves cantarolar ao mar
contando meu imaginar...
Sonhando teu beijo,
Sonhando teu olhar,
Sonhando teu desejo,
Sonhando tua mão na minha pegar.
Simplesmente Sonhando-te...
Sereia
Deixo que me invadam incertezas
apenas em troca da beleza de te sonhar...
E meus lábios se humedecem,
se tocam solitários procurando
como será teu beijo me inundando...
Vens sem saber que te chamei,
apenas sentiste vontade e não sabes bem de quê...
Vejo tuas pegadas em meu areal molhado,
são pés de um sonhador cansado,
que se acomodou à sua solidão...
Eu velo teu sono, tua insónia, tua lágrima...
Desvendo uma saudade ofuscada,
as canções que escutas à janela
olhando a lua que é minha também, encantada,
e nas estrelas vês o sorriso que te dou...
Quase me ouves cantarolar ao mar
contando meu imaginar...
Sonhando teu beijo,
Sonhando teu olhar,
Sonhando teu desejo,
Sonhando tua mão na minha pegar.
Simplesmente Sonhando-te...
Sereia
Em teu abraço...
É manhã fria e húmida.
Vim procurar teu colo.
Só quero que, em silêncio, me abraces,
sentir meu rosto colado em teu peito quente
e fechar os olhos beijando esse momento.
Quero poder escutar o ritmo do teu peito,
sentir tua respiração e ficar assim, sem jeito,
timidamente, envolvida em ti, tocar-te...
Sentir tuas costas por baixo da camisa,
e meus dedos inquietos se aquecem.
Entre teu corpo e o meu fluir o calor que se retém,
e conter o turbilhão das emoções.
Apenas ali, num só, dois corações.
Na pele vestida sentir que o corpo se expressa
em movimentos sensuais, disfarçados, subtis...
Nasce uma dança embalada,
simplesmente pelo ritmo do suspiro
que vai soltando a alma...
E o abraço se desloca, se move,
lentamente, desce e sobe,
as mãos se encontram por acaso e deixam-se ficar,
entrançadas como que esperando novas ordens dadas...
Chega o momento do olhar fulminante
e desperta o magma contido há muito.
Sem dar tempo ao momento, naquele instante,
O beijo, o arrepio, a vontade, o desejo,
tudo explode e não se explica,
apenas se exprime em sons articulados com o sabor,
em cores de amor.
Quero-te nesse abraço que sonho
e que neste momento acontece
enquanto eu o descrevo e tu o lês.
Sereia
Vim procurar teu colo.
Só quero que, em silêncio, me abraces,
sentir meu rosto colado em teu peito quente
e fechar os olhos beijando esse momento.
Quero poder escutar o ritmo do teu peito,
sentir tua respiração e ficar assim, sem jeito,
timidamente, envolvida em ti, tocar-te...
Sentir tuas costas por baixo da camisa,
e meus dedos inquietos se aquecem.
Entre teu corpo e o meu fluir o calor que se retém,
e conter o turbilhão das emoções.
Apenas ali, num só, dois corações.
Na pele vestida sentir que o corpo se expressa
em movimentos sensuais, disfarçados, subtis...
Nasce uma dança embalada,
simplesmente pelo ritmo do suspiro
que vai soltando a alma...
E o abraço se desloca, se move,
lentamente, desce e sobe,
as mãos se encontram por acaso e deixam-se ficar,
entrançadas como que esperando novas ordens dadas...
Chega o momento do olhar fulminante
e desperta o magma contido há muito.
Sem dar tempo ao momento, naquele instante,
O beijo, o arrepio, a vontade, o desejo,
tudo explode e não se explica,
apenas se exprime em sons articulados com o sabor,
em cores de amor.
Quero-te nesse abraço que sonho
e que neste momento acontece
enquanto eu o descrevo e tu o lês.
Sereia
Secretamente
Subi aquela montanha tão alta,
escondi-me entre os arbustos tímida e trémula,
e ali fiquei a olhar-te sem que soubesses.
Cheguei a tocar-te
quando estavas mais perto
tão subtilmente, sem teres descoberto.
Sem saber olhaste-me e não me viste
porque eu escondi meu coração
para que o teu não
me reconhecesse e saltasse de emoção...
Não sei bem como seria!
Tenho a certeza que um dia
bateu por mim e chorou,
sugou-me as forças que me restavam e se foi
levando consigo uma parte de mim.
Eu não queria assim!
Teve que ser,
foi menor o doer...
E quando me sentes sorris sem saber bem porquê mas eu sei!
Mesmo que o negues hoje,
escutarei confessares no amanhã...
Sabes que quando te sentes bem
estás nos meus braços sem pedir,
meu sonho te chama, vem!
E eu não te deixarei partir!
Sereia
escondi-me entre os arbustos tímida e trémula,
e ali fiquei a olhar-te sem que soubesses.
Cheguei a tocar-te
quando estavas mais perto
tão subtilmente, sem teres descoberto.
Sem saber olhaste-me e não me viste
porque eu escondi meu coração
para que o teu não
me reconhecesse e saltasse de emoção...
Não sei bem como seria!
Tenho a certeza que um dia
bateu por mim e chorou,
sugou-me as forças que me restavam e se foi
levando consigo uma parte de mim.
Eu não queria assim!
Teve que ser,
foi menor o doer...
E quando me sentes sorris sem saber bem porquê mas eu sei!
Mesmo que o negues hoje,
escutarei confessares no amanhã...
Sabes que quando te sentes bem
estás nos meus braços sem pedir,
meu sonho te chama, vem!
E eu não te deixarei partir!
Sereia
Hoje há tretas...
Terça, 4 Dezembro 2007 às 16:02
É assim, há dias em que é preciso fazer uma pausa. Cheguei à rua e senti o vento, uma preguiça desmedida, um perigo...ui! Tenho vontade de conversar e rir, olhar e seduzir. Apetece-me ir descalça para uma praia onde o mar salte em espuma, levar um leitor mp3 e uma companhia agradável. Quero sentar-me na areia e falar, falar, e escutar também, tarde fora... Esquecer a fome e brincar com o olhar, sentir as mãos nas mãos e no rosto. Apenas isso. Simplesmente deixar que fluam emoções, gargalhadas, sem erotismos... Só carinho e amizade! Talvez um momento de lágrimas onde se curem dores, onde se sinta o abraço e se dê também. Sim! Porque o abraço é uma acção mútua! E, se sentir a chuva cair, ficar ali, sentada ou em pé, abraçada, tão simplesmente. De olhos fechados, sentir esse momento. Quero provar esse sabor de sonho um dia! Um dia vou! Um dia, se alguém quiser, vou desafiar, esperar o momento com tranquilidade, e concretizar! Sem ansiedades, sem promessas, sem esperanças, sem malicia, sem intenções, sem sexo, sem perturbações. Quero apenas um momento único que vou cumprir, prometo-me! E depois, o depois se-lo-há... nunca antes! Vou programar esse dia com esmero, com tempo, com desejo. É um projecto que não quero em solidão. Quero dualidade. Vou procurar a companhia certa com calma. Alguém com a mesma serenidade. E nesse dia vou voar!
Sereia
É assim, há dias em que é preciso fazer uma pausa. Cheguei à rua e senti o vento, uma preguiça desmedida, um perigo...ui! Tenho vontade de conversar e rir, olhar e seduzir. Apetece-me ir descalça para uma praia onde o mar salte em espuma, levar um leitor mp3 e uma companhia agradável. Quero sentar-me na areia e falar, falar, e escutar também, tarde fora... Esquecer a fome e brincar com o olhar, sentir as mãos nas mãos e no rosto. Apenas isso. Simplesmente deixar que fluam emoções, gargalhadas, sem erotismos... Só carinho e amizade! Talvez um momento de lágrimas onde se curem dores, onde se sinta o abraço e se dê também. Sim! Porque o abraço é uma acção mútua! E, se sentir a chuva cair, ficar ali, sentada ou em pé, abraçada, tão simplesmente. De olhos fechados, sentir esse momento. Quero provar esse sabor de sonho um dia! Um dia vou! Um dia, se alguém quiser, vou desafiar, esperar o momento com tranquilidade, e concretizar! Sem ansiedades, sem promessas, sem esperanças, sem malicia, sem intenções, sem sexo, sem perturbações. Quero apenas um momento único que vou cumprir, prometo-me! E depois, o depois se-lo-há... nunca antes! Vou programar esse dia com esmero, com tempo, com desejo. É um projecto que não quero em solidão. Quero dualidade. Vou procurar a companhia certa com calma. Alguém com a mesma serenidade. E nesse dia vou voar!
Sereia
Sem lágrima
Hoje trago as mãos caídas,
tristes, pesadas.
Venho com aquele ar descuidado
e cabisbaixo, sem côr...
Sou eu que me escondo dos meus sonhos,
que não luto, desfaleço,
baixo as armas,
desacredito minhas esperanças.
Peço aos olhos que chorem um pouco
para me aliviar,
eles negam-se, sem lágrimas...
Não os culpo...
chorei demais!
E agora até eles me voltam as costas...
Sabem que eu sou assim...
Sem lágrima sou um pássaro sem asas,
um amor sem sonhos...
Sereia
tristes, pesadas.
Venho com aquele ar descuidado
e cabisbaixo, sem côr...
Sou eu que me escondo dos meus sonhos,
que não luto, desfaleço,
baixo as armas,
desacredito minhas esperanças.
Peço aos olhos que chorem um pouco
para me aliviar,
eles negam-se, sem lágrimas...
Não os culpo...
chorei demais!
E agora até eles me voltam as costas...
Sabem que eu sou assim...
Sem lágrima sou um pássaro sem asas,
um amor sem sonhos...
Sereia
Preciso te ver
Tenho entre as mãos
as cordas doces de uma harpa
que se ergue ante meu olhar...
Levanto as mãos em tom delicado
e suavemente dedilho os primeiros acordes.
Sem saber bem o rumo de uma pauta vazia
apenas deixo-me levar pela maresia
da emoção, minha maestrina...
Dessa melodia saltam vozes
e gemidos nunca outrora ouvidos,
apenas sonhados algures por mim...
E canto em voz trémula e chorosa
aquele espinho cravado na rosa, a
fuga de um grande amor...
Deito meus cabelos que se cruzam com os dedos
e meus ouvidos tocam as notas em segredo
como se fosse apenas minha esta dor.
Talvez meu silêncio seja o teu,
minha loucura seja ter-te, sem te possuir!
Mas essa insanidade é minha esperança
como o olhar de uma criança
quando vê um mundo de fantasia
onde sabe que será feliz um dia...
Preciso tocar esse desejo, teu beijo,
como toco as cordas desta harpa.
Preciso encher-te das melodias
que canto em poesias
e ver-te sorrir, amar, viver.
Preciso te ver...
Sereia
as cordas doces de uma harpa
que se ergue ante meu olhar...
Levanto as mãos em tom delicado
e suavemente dedilho os primeiros acordes.
Sem saber bem o rumo de uma pauta vazia
apenas deixo-me levar pela maresia
da emoção, minha maestrina...
Dessa melodia saltam vozes
e gemidos nunca outrora ouvidos,
apenas sonhados algures por mim...
E canto em voz trémula e chorosa
aquele espinho cravado na rosa, a
fuga de um grande amor...
Deito meus cabelos que se cruzam com os dedos
e meus ouvidos tocam as notas em segredo
como se fosse apenas minha esta dor.
Talvez meu silêncio seja o teu,
minha loucura seja ter-te, sem te possuir!
Mas essa insanidade é minha esperança
como o olhar de uma criança
quando vê um mundo de fantasia
onde sabe que será feliz um dia...
Preciso tocar esse desejo, teu beijo,
como toco as cordas desta harpa.
Preciso encher-te das melodias
que canto em poesias
e ver-te sorrir, amar, viver.
Preciso te ver...
Sereia
Meu Amor
Vejo-te ao longe sem te poder tocar...
Afogo-me no medo de me aproximar...
Não sabes que te vejo e te ouço...
Estás calado, silencioso, e dormente.
Meu rosto lagrimado e salgado chama-te sem que eu queira!
Eu fujo do que não quero encontrar...
do medo de te ver e não estares,
de me olhares e nesse olhar eu não me rever...
Sinto-te sofrer sem saber se é por mim...
serás tu meu sem eu saber?
talvez...
eu penso assim
porque eu continuo a te pertencer
sem que tu saibas, sintas ou sonhes...
Estou calada entre as minhas mãos
e elas escutam-me de noite quando olho a mesma lua que é a tua,
quando toco o mar que banha a tua praia...
E nesse areal eu caminho invisível ao teu lado
quando nele andas em solidão e eu te beijo sem que sintas...
Não te acordo porque quero olhar-te sem que saibas.
Enquanto teus pés se molham na espuma branca
quando paras a olhar o horizonte,
eu te abraço e sinto teu calor,
e bebo o suor do teu amor...
Escuto-te quando desabafas com as conchas
e lhes falas das noites brancas...
Bebo de teus olhos as lágrimas que não cessam de correr,
e eu não sei o que fazer...
Apenas sei te amar em segredo.
Sereia
Afogo-me no medo de me aproximar...
Não sabes que te vejo e te ouço...
Estás calado, silencioso, e dormente.
Meu rosto lagrimado e salgado chama-te sem que eu queira!
Eu fujo do que não quero encontrar...
do medo de te ver e não estares,
de me olhares e nesse olhar eu não me rever...
Sinto-te sofrer sem saber se é por mim...
serás tu meu sem eu saber?
talvez...
eu penso assim
porque eu continuo a te pertencer
sem que tu saibas, sintas ou sonhes...
Estou calada entre as minhas mãos
e elas escutam-me de noite quando olho a mesma lua que é a tua,
quando toco o mar que banha a tua praia...
E nesse areal eu caminho invisível ao teu lado
quando nele andas em solidão e eu te beijo sem que sintas...
Não te acordo porque quero olhar-te sem que saibas.
Enquanto teus pés se molham na espuma branca
quando paras a olhar o horizonte,
eu te abraço e sinto teu calor,
e bebo o suor do teu amor...
Escuto-te quando desabafas com as conchas
e lhes falas das noites brancas...
Bebo de teus olhos as lágrimas que não cessam de correr,
e eu não sei o que fazer...
Apenas sei te amar em segredo.
Sereia
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Noite Serena...
Estouonde tudo parece silencio e noite,
quando um pequeno brilho esparze,
e toca-me repetidamente...
Percebo,
entre as torres que se erguem em vida,
seu segredar nas folhas caídas,
e contam que eu as olho, atenta...
Não sei se queria ser como elas,
esbeltas, fortes, amigas, unidas...
porque não dão passos,
não me acompanham,
não se curvam para me beijar!
Abraço-as na busca de alento
e não me respondem,
parecem recomendar-me a outrém...
Mas não retiro minhas pupilas
as suas copas que choram o sereno.
As gotículas poisam em meu rosto
em plumas, que se acomodam
e adormecem... serenamente.
Instantes apenas meus,
possuo-os!
Tenho-os na mão,
são poros meus,
células vivasque marcam meus dias
em memórias permanentes,
definitivas...
Eu fico assim,
pensante,
dona do mundo que sou, afinal, eu,
e elas em meu redor,
subsiste, por mim, o amor,
em tons da luz que rasga o negrume,
que apaga a escuridão...
Noite serena, não te embriagues!
Basto eu,
perdendo meus sentidos
nos teus braços amantes
e dos sonhos
que nunca alcançarei...
Sereia
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