

Hoje sou a mesma flauta que geme o teu nome e que se abstrai do tempo para que não saiba a medida da dor da ausência e da distância.
Hoje o dia só tem uma cor, tão translúcida quanto a água, para que o teu rosto nunca se esfume entre o espectro de um arco-íris que insista rasgar a neblina.
Hoje eu não peço nada, como nunca pedi...
Hoje o dia pertence-me mas eu continuo a não ser minha.









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